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	<title>Conilon Brasil &#187; Revista</title>
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		<title>Cuide bem do seu café</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A colheita do café conilon está iniciando, e as expectativas para uma boa safra são animadoras para a maioria das regiões produtoras. Nesse período é fundamental a realização de boas práticas de colheita e pós-colheita do café. Os cuidados com a colheita começam na correta identificação do estádio de maturação do fruto. Como na maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A colheita do café conilon está iniciando, e as expectativas para uma boa safra são animadoras para a maioria das regiões produtoras. Nesse período é fundamental a realização de boas práticas de colheita e pós-colheita do café.</p>
<p>Os cuidados com a colheita começam na correta identificação do estádio de maturação do fruto. Como na maioria das vezes nem todos os frutos amadurecem ao mesmo tempo, deve-se iniciar a colheita quando no mínimo 80% dos frutos estão maduros.</p>
<p><a href="http://www.conilonbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/cuide.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2590" title="cuide" src="http://www.conilonbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/05/cuide.jpg" alt="" width="423" height="283" /></a></p>
<p>O café colhido ainda verde acarreta em prejuízos tanto na qualidade, quanto no rendimento do produto, pois, prejudica a classificação por tipo, o peso dos grãos, a qualidade da bebida e conseqüentemente o valor do produto. Para se ter uma idéia, em 100 sacas beneficiadas de café, se houver 50% dos grãos verdes, perde-se o equivalente a 13 sacas. Ou seja, se o produtor colhe o café verde, a produtividade final será menor.</p>
<p>O próximo passo, que também é muito importante, é o transporte do café para a secagem, que deve ser realizado no mesmo dia, para evitar fermentações indesejáveis, o que pode causar o defeito ardido. Se houver 5% dos grãos com esse defeito, em 100 sacas de café, as perdas são equivalentes a 1,82 sacas. Alguns outros defeitos encontrados no café podem ser evitados com uma secagem correta.</p>
<p>Quando a secagem for realizada em terreiros, deve-se distribuir o café em lotes homogêneos, esparramar em camadas que não ultrapassem 4 cm de altura, sempre no sentido do caminhamento do sol (leste-oeste), e mexer no mínimo 10 vezes por dia. Na secagem dos grãos cereja descascado (CD), estes devem ser espalhados no terreiro, em camadas mais finas, de 2 a 3 cm, e revolvidos até 20 vezes  ao dia.</p>
<p>Ainda no terreiro, não se deve amontoar e nem cobrir o café com lona antes da meia-seca, mas, após esse período, deve-se enleirar o café à tarde, em leiras de 10 a 30 cm, aumentando de acordo com o grau de seca. No final da seca, deve-se amontoar e cobrir os grãos, ainda quente, por volta das 15 horas. No dia seguinte, o café deve ser esparramado em horário próximo das 10 horas. A partir desse grau de seca, o café não deve ser exposto à chuva.</p>
<p>Para a secagem em secador mecânico, o mais indicado é o de fornalha de fogo indireto, pois não permite o contato da fumaça com os grãos, evitando cheiros e gostos estranhos. O tempo de secagem não deve ser inferior a 20 horas e nem ultrapassar 48 horas.</p>
<p>Nesse método de secagem é importante usar lotes de cafés homogêneos, operar o secador em plena carga e usar lenha bem seca. A fornalha deve ser acesa com o secador em movimento e a temperatura na massa dos grãos não deve ultrapassar 60°C.</p>
<p>A secagem do CD também pode ser feita em secador de fogo indireto, passando primeiramente por uma pré-secagem no terreiro, e depois não ultrapassando a temperatura de 40ºC na massa, quando colocados no secador.</p>
<p>Quando houver um percentual elevado de frutos verdes, a temperatura da massa deverá ser mantida abaixo de 30ºC, evitando a ocorrência de café preto-verde. Quando os grãos de café atingirem a umidade entre 16 e 18%, o secador deverá ser desligado, até que a massa esfrie, e fique na umidade correta para ser descarregado. Se o descarregamento ocorrer com o café quente, deve-se prestar atenção para que a umidade fique entre 13 e 14%, pois assim, ao esfriar, chegará à umidade ideal.</p>
<p>Após a secagem, o café pode ser armazenado em coco ou pergaminho, para ser beneficiado posteriormente, ou beneficiado logo em seguida. No beneficiamento, é importante uma boa regulagem da máquina e uma correta umidade dos grãos, para não causar o defeito grão quebrado.</p>
<p>Durante o armazenamento, o café deve ficar em local arejado, com piso impermeável, com boa preservação das condições de temperatura e umidade, não deve ser armazenado com outros produtos e deve ser evitado o ataque de pragas e/ou fungos.</p>
<p>Para se produzir um café de qualidade, e evitar prejuízos, é imprescindível a adoção de algumas práticas, que não representam custos adicionais, mas sim ganho de preço, pois vão refletir diretamente no tipo e qualidade do seu produto. Portanto, cuide bem do seu café, e sinta a diferença no bolso.</p>
<p><strong>Equipe Conilon Brasil</strong></p>
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		<title>Robustas abrem positivos na Bolsa de Londres</title>
		<link>http://www.conilonbrasil.com.br/post-revista/robustas-abrem-positivos-na-bolsa-de-londres-3</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:34:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os contratos futuros do café robusta abriram positivos na sessão de hoje da Liffe. Há pouco, o contrato de Julho/2012 operava US$ 2204 dólares por tonelada, com ganho de US$ 17 dólares. Coffee Break]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os contratos futuros do café robusta abriram positivos na sessão de hoje da Liffe.</p>
<p>Há pouco, o contrato de Julho/2012 operava US$ 2204 dólares por tonelada, com ganho de US$ 17 dólares.</p>
<p><strong>Coffee Break</strong></p>
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		<title>MF espera aprovação de Medida Provisória para socorrer produtores</title>
		<link>http://www.conilonbrasil.com.br/post-revista/mf-espera-aprovacao-de-medida-provisoria-para-socorrer-produtores</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Fazenda espera apenas a aprovação da Medida Provisória (MP) 565/2012, que autoriza o Conselho Monetário Nacional (CMN) a criar novas linhas de crédito emergenciais, para aprovar novas fontes de empréstimos a produtores que sofreram prejuízos com a estiagem nas regiões Norte e Nordeste A determinação partiu da própria presidente Dilma Rousseff. Assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Fazenda espera apenas a aprovação da Medida Provisória (MP) 565/2012, que autoriza o Conselho Monetário Nacional (CMN) a criar novas linhas de crédito emergenciais, para aprovar novas fontes de empréstimos a produtores que sofreram prejuízos com a estiagem nas regiões Norte e Nordeste</p>
<p>A determinação partiu da própria presidente Dilma Rousseff. Assim que a MP for aprovada, serão criadas duas linhas de crédito. Uma para agricultores familiares, que poderão contratar até R$ 12 mil, com 1% de juro ao ano e dez anos para pagar, sendo dois de carência. A outra se destinará a médios e grandes agricultores, que poderão contratar até R$ 100 mil, com até oito anos para pagar e juro anual de 3%. A expectativa é que a MP seja votada até o fim de junho, antes do recesso parlamentar.</p>
<p>Após reunião na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), realizada ontem (17), senadores começaram a discutir a possibilidade de anistiar as dívidas dos produtores rurais. O parágrafo poderia ser incluído na MP e perdoaria as dívidas de quem perdeu a produção e não possui seguro.</p>
<p>O jornal Valor Econômico apurou que membros da equipe econômica desaprovam a anistia. De acordo com um técnico envolvido na formulação da MP, a medida poderia desestimular as instituições financeiras a investir no setor. Além disso, o governo entende que as medidas já anunciadas são suficientes para resolver os problemas atuais.</p>
<p><strong>Valor Econômico</strong></p>
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		<title>Uganda: exportações de café podem declinar 27% em maio por causa das chuvas</title>
		<link>http://www.conilonbrasil.com.br/post-revista/uganda-exportacoes-de-cafe-podem-declinar-27-em-maio-por-causa-das-chuvas</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As exportações de café de Uganda provavelmente caíram 27% com relação ao ano anterior em maio, à medida que a prolongada estação de chuvas está atrasando a secagem dos grãos, disse a Autoridade de Desenvolvimento de Café do país. O maior exportador de café da África poderá exportar 180.000 sacas de 50 quilos nesse mês, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="f15">As exportações de café de Uganda provavelmente caíram 27% com relação ao ano anterior em maio, à medida que a prolongada estação de chuvas está atrasando a secagem dos grãos, disse a Autoridade de Desenvolvimento de Café do país.</p>
<p>O maior exportador de café da África poderá exportar 180.000 sacas de 50 quilos nesse mês, o segundo pior nível dessa safra, disse a Autoridade em um e-mail enviado de Kampala. Isso se compara com as 247.460 sacas exportadas em maio de 2011 e as 141.220 sacas exportadas no mês passado.</p>
<p>Uganda poderá exportar 3,1 milhões a 3,2 milhões de sacas em 2011-12, de acordo com a Autoridade. Isso se compara com a previsão de 2,8 milhões a 2,9 milhões de sacas feita pela União Nacional do Agronegócio do Café e Empresas Rurais em 8 de maio.</p>
<p>As exportações de outubro a abril, sétimo mês da estação, aumentaram para 1,34 milhão de sacas no valor de US$ 196,45 milhões, de 1,32 milhão de sacas por US$ 176,11 milhões no ano anterior.</p>
<p>O país exportou 3,15 milhões de sacas no valor de US$ 448,89 milhões em 2010-11, de acordo com a autoridade. A Associação de Cafés Finos da África Oriental disse que a Uganda consome cerca de 3% de sua safra anual.</p>
<p>A Uganda foi o maior exportador de café da África e o nono maior do mundo nos 12 meses até setembro passado, de acordo com a Organização Internacional de Café. Os grãos robusta, usados em expressos e bebidas instantâneas, representam cerca de 85% da produção de Uganda, de acordo com a autoridade.</p>
<p><strong>A reportagem é do Bloomberg, traduzida pela CaféPoint</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>SP: fiscais multam fazendas de café com condições precárias de trabalho no interior</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Empregoe procuradores do Ministério Público do Trabalho (MPT) flagraram na terça, dia 15, e na quarta, dia 16, irregularidades em nove fazendas de café da região de São João da Boa Vista, um dos grandes polos de produção do Estado de São Paulo. Os fiscais identificaram dezenas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Empregoe procuradores do Ministério Público do Trabalho (MPT) flagraram na terça, dia 15, e na quarta, dia 16, irregularidades em nove fazendas de café da região de São João da Boa Vista, um dos grandes polos de produção do Estado de São Paulo. Os fiscais identificaram dezenas de trabalhadores sem registro, alojamentos irregulares e menores trabalhando na colheita do grão.</p>
<p>Na fazenda São Gabriel, em São Sebastião da Grama, 38 migrantes da cidade de Araçuaí, em Minas Gerais, foram trazidos irregularmente para realizar a colheita, sem a certidão liberatória para transporte de trabalhadores. De acordo com o MPT, todos eles estavam sem registro em carteira de trabalho. Os colhedores não tinham à sua disposição áreas de vivência, como refeitório e abrigo contra intempéries, o que os obrigava a comer no relento, entre outras irregularidades. Segundo a assessoria de imprensa do MPT, os proprietários da fazenda receberam a proposta de assinar, até sexta-feira, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), para resolver as questões trabalhistas extrajudicialmente.</p>
<p>Na fazenda Recreio, os alojamentos também se encontravam em situação ruim. Trabalhadores dormiam em colchões no chão. Não havia mesas e cadeiras para as refeições e as casas não tinham forro. A iluminação também era precária. Conforme a assessoria do MPT, os proprietários já assinaram o TAC. Os fazendeiros se comprometeram, ainda, a oferecer indenização de R$ 500,00 para cada trabalhador.</p>
<p>A fazenda Sertãozinho, também em São Sebastião da Grama, foi alvo da fiscalização, que flagrou migrantes vindos de Minas Gerais sem a certidão liberatória para o transporte de trabalhadores e 24 pessoas sem registro em carteira. Os alojamentos abrigavam mais de uma família por casa.</p>
<p>Em Espírito Santo do Pinhal, os procuradores e fiscais inspecionaram a Estância Lecy, composta por três fazendas de grande porte, com milhares de pés de café. Conforme constataram os fiscais, não havia áreas de vivência, incluindo banheiros e locais para refeição. A fazenda não fornecia água ou marmita, que tinha de ser trazida pelos próprios ruralistas. As ferramentas de trabalho e equipamentos de proteção não eram fornecidos pela fazenda, obrigando os trabalhadores a custear as ferramentas de trabalho.</p>
<p>Em São João da Boa Vista foram vistoriadas propriedades de pequenos produtores de café, onde foram encontradas, ao todo, 35 pessoas sem registro em carteira. Segundo o MPT, nas frentes de trabalho foram encontrados dois menores de 17 anos colhendo café.</p>
<p>Na fazenda São Vicente, em Águas da Prata, 58 trabalhadores foram encontrados sem registro em carteira de trabalho, sem equipamentos de proteção e sem realizar exames médicos admissionais, entre outras irregularidades. Os trabalhadores não recebiam o pagamento salarial de acordo com a norma coletiva da categoria, que prevê o pagamento por produtividade; eles recebiam diárias fixas. A assessoria do MPT informou que, independentemente da assinatura do TAC, todas as fazendas serão multadas pelos fiscais.</p>
<p><strong>Agência Estado</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pesquisa: consumir três xícaras de café por dia reduz o risco de morte em 10%</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 13:06:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A pesquisa, feita com 400 mil homens e mulheres de 50 a 71 anos de idade, descobriu que a relação entre a bebida e a diminuição do risco de morte aumentou, segundo um estudo divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (NCI, em inglês) dos Estados Unidos. As pessoas que tomaram café tiveram uma probabilidade menor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa, feita com 400 mil homens e mulheres de 50 a 71 anos de idade, descobriu que a relação entre a bebida e a diminuição do risco de morte aumentou, segundo um estudo divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (NCI, em inglês) dos Estados Unidos.</p>
<p>As pessoas que tomaram café tiveram uma probabilidade menor de morrer por doenças cardíacas, respiratórias, problemas cerebrais, lesões, diabetes e infecções, embora não tenha sido observada sua associação com o câncer.</p>
<p>No entanto, os investigadores advertem que não podem assegurar que essas associações significam que tomar café realmente faz as pessoas viverem mais tempo.</p>
<p>Os resultados do estudo, realizado pelo doutor Neal Freedman, da Divisão de Epidemiologia e Genética do Câncer do NCI, serão publicados na edição de 17 de maio do <em>&#8220;New England Journal of Medicine&#8221;</em>.</p>
<p>A pesquisa também incluiu outros fatores de risco sobre a mortalidade, tais como o tabagismo e o consumo de álcool, e concluiu que as pessoas que tomaram três ou mais xícaras de café por dia tiveram um risco de morte 10% menor com relação às que não tomaram.</p>
<p>&#8220;O café é uma das bebidas mais consumidas nos Estados Unidos, mas a associação entre o seu consumo e o risco de morte não ficou muito clara&#8221;, indicou Freedman.</p>
<p>No entanto, neste estudo &#8220;descobrimos que o consumo de café está associado a um risco menor de morte em geral e de morte devido a várias causas diferentes&#8221;.</p>
<p>&#8220;Embora não possamos assegurar uma relação entre o consumo dessa bebida e um risco menor de morte, esses resultados nos dão um pouco de segurança ao dizer que tomar café não prejudica a saúde&#8221;, assegurou.</p>
<p><strong> Agência EFE</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Preços do café do Vietnã atingem US$ 2,014 o quilo na quarta-feira</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os preços do café do Vietnã, maior exportador mundial de robusta, atingiram a alta do ano até agora de 42 mil dongues (US$ 2,014) por quilo nesta quarta-feira, com espaço para aumentarem ainda mais, refletindo os preços internacionais e a oferta apertada, afirmaram traders. Os futuros do grão na Bolsa de Londres (Euronext Liffe) já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
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<p>Os preços do café do Vietnã, maior exportador mundial de robusta, atingiram a alta do ano até agora de 42 mil dongues (US$ 2,014) por quilo nesta quarta-feira, com espaço para aumentarem ainda mais, refletindo os preços internacionais e a oferta apertada, afirmaram traders. Os futuros do grão na Bolsa de Londres (Euronext Liffe) já subiram 19% desde o início do ano com a forte demanda, especialmente dos países emergentes. Traders esperam que os preços do robusta suba nas próximas semanas, pois acredita-se que um grande fornecedor de commodities está formando grande volume de posições compradas  no mercado londrino.</p>
<p>Isso poderia se tornar um problema para as torrefadoras que precisam  suprir suas necessidades e para os traders que detém posições vendidas e precisam desmont&amp;aa cute;-las no fim do mês, disse um trader em Cingapura. &#8220;Há mais interesse em comprar do que em vender&#8221;, disse um trader de Ho Chi Minh. Ao mesmo tempo, os fundamentos dão suporte aos preços locais. O Vietnã exportou a maioria de sua produção de café da safra 2011/12, estimada pela Organização Internacional do Café (OIC) em 18,3 milhões de sacas de 60 quilos para o ano-safra que termina em 30 de setembro.</p>
<p>Apenas 10% a 15% da produção do país está com os agricultores no momento, portanto, os estoques estão baixos, disse outro trader de Ho Chi Minh. Em abril, as exportações do Vietnã totalizaram 2,5 milhões de sacas, queda de 19,8% no mês, de acordo com o Escritório Geral de Estatísticas do governo. Os preços também obtém suporte dos riscos de que a colheita brasileira seja afetada pe lo clima.</p>
<p>O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que a produção de café do Brasil no ano comercial que começa em 1º de junho cresça 14%, para 55,9 milhões de sacas, pois o País estará no ano de maior produtividade do ciclo do grão. Em sua última estimativa, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), colocou a produção em 50,45 milhões de sacas. Analistas concordam que a safra pode ser bem menor do que a estimativa da Conab devido à falta de chuvas em muitas regiões produtoras no estágio de desenvolvimento do grão.</p>
<p><strong>As informações são da Dow Jones</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Robusta valoriza no Brasil com alta externa</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os preços do café robusta subiram no Brasil nesta parcial de maio (entre 30 de abril e 16 de maio), segundo dados do Cepea. Nessa quarta-feira, 16, especificamente, o impulso veio da forte alta do mercado internacional. Dentre os fatores altistas, notícias relataram que estaria firme a demanda europeia. Além disso, a valorização do dólar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços do café robusta subiram no Brasil nesta parcial de maio (entre 30 de abril e 16 de maio), segundo dados do Cepea. Nessa quarta-feira, 16, especificamente, o impulso veio da forte alta do mercado internacional. Dentre os fatores altistas, notícias relataram que estaria firme a demanda europeia. Além disso, a valorização do dólar também impulsionou os preços internos. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 253,19/saca de 60 kg na quarta, aumento de 1,48% na parcial de maio. O tipo 7/8 finalizou a R$ 244,66/sc, alta de 0,62% no mesmo período – ambos a retirar no Espírito Santo.</p>
<p><strong>Fonte: Cepea</strong></p>
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		<title>Deral reduz estimativa para área e produção de café no Paraná</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Departamento de Economia Rural &#8211; DERAL da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná divulgou seu segundo levantamento para a safra de café 2012. O economista responsável pela área de café DERAL, Paulo Sérgio Franzini, destaca em relatório que houve redução, tanto na estimativa de área cultivada como de produção, em comparação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Departamento de Economia Rural &#8211; DERAL da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná divulgou seu segundo levantamento para a safra de café 2012. O economista responsável pela área de café DERAL, Paulo Sérgio Franzini, destaca em relatório que houve redução, tanto na estimativa de área cultivada como de produção, em comparação com o primeiro levantamento, realizado em dezembro do ano passado.</p>
<p>Segundo Franzini, a forte estiagem de dezembro e janeiro, e ainda outros fatores como a redução dos preços recebidos, baixa produtividade em lavouras velhas, crescimento do custo de produção, entre outros, explicam o menor potencial do café arábica neste ano no Paraná, apesar do ciclo ser de alta.</p>
<p>A área total plantada com café foi estimada em 87.095 hectares, sendo 1.930 hectares menor que os 89.025 hectares obtidos no primeiro levantamento, realizado em dezembro de 2011, uma redução de 2,2%. A área em produção apresentou maior redução, de 4,8%, passando dos 72.989 hectares em dezembro para os atuais 69.489 hectares, uma redução de 3.500 hectares. Os municípios das regiões de Londrina (Norte) e Umuarama (Noroeste) foram os que mais sofreram redução de área.</p>
<p>Os trabalhos de colheita iniciaram nas lavouras de variedades precoces, principalmente as cultivadas nas regiões mais quentes. O relatório do DERAL de Previsão Subjetiva de Safras &#8211; PSS de 30 de abril registra 4% da produção já colhida, e que as fases das lavouras estando: 46% em frutificação e 54% em maturação. A condição das lavouras está assim distribuída: 6% Ruim, 19% Médio e 75% Bom.</p>
<p>A colheita deverá se intensificar nas demais regiões produtoras do Estado, sendo que uma das principais preocupações dos cafeicultores está relacionada com o alto custo da mão de obra, em especial diante do reajuste do salário mínimo regional.</p>
<p>De acordo com a Estimativa de Custos do DERAL de fevereiro de 2012, a mão de obra temporária representa 56,09% e os fertilizantes 10,96% do custo variável para lavouras do sistema adensado com produtividade de 40 sacas por hectare. O custo total está estimado em R$ 350,78 por saca.</p>
<p><strong>Agência Safras</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Setor produtivo valida tecnologias desenvolvidas pela Embrapa no âmbito do Consórcio</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma equipe multidisciplinar de mais de 50 técnicos da Embrapa Café e Embrapa Cerrados, Unidades de Pesquisa da Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento &#8211; Mapa, esteve no Oeste da Bahia realizando excursão técnica à Fazenda Lagoa do Oeste, em Luís Eduardo Magalhães. A visita teve o objetivo de conhecer as tecnologias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipe multidisciplinar de mais de 50 técnicos da Embrapa Café e Embrapa Cerrados, Unidades de Pesquisa da Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento &#8211; Mapa, esteve no Oeste da Bahia realizando excursão técnica à Fazenda Lagoa do Oeste, em Luís Eduardo Magalhães. A visita teve o objetivo de conhecer as tecnologias da Embrapa, como o estresse hídrico controlado, o programa de monitoramento de irrigação, a aplicação de doses mais elevadas de fósforo na cultura e o cultivo da braquiária nas entrelinhas do cafeeiro.</p>
<p><strong>Estresse hídrico controlado</strong> &#8211; Com 904 hectares cultivados com café arábica irrigado por pivô central e gotejamento para produção de grãos especiais para exportação, a fazenda Lagoa do Oeste guarda uma história positiva de relacionamento com a Embrapa, tendo incorporado muitas de suas tecnologias, além de ser parceira do Consórcio Pesquisa Café, cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café. O processo de produção do café irrigado é certificado internacionalmente, o que permite à Adecoagro, proprietária da fazenda, manter clientes no Japão, EUA e na Europa.</p>
<p>Em 2006, a Adecoagro iniciou as operações com café em uma área de 1.632 hectares envolvendo duas fazendas do grupo (Lagoa do Oeste e Rio de Janeiro, no mesmo município). Em 2011, na mesma área, a safra foi de 45 mil sacas e, para este ano, a estimativa é de 60.550 sacas. O potencial é de 65 mil sacas no ano que vem. &#8220;Buscamos estabilidade de produtividade entre 45 a 50 sacas de café por hectare em áreas maduras&#8221;, diz Rafael Ferreira, gerente de produção de café do grupo. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento &#8211; Conab, a previsão de produtividade nacional é 24,36 sacas por hectare, considerando a produção de 50,45 milhões de sacas previstas para 2012.</p>
<p>&#8220;O resultado reflete o uso de tecnologias. Acreditamos que alcançamos vôo de cruzeiro com a parceria com o Consórcio Pesquisa Café e a Embrapa, o que é uma satisfação&#8221;, afirmou Guy Carvalho, consultor técnico da Adecoagro. Ele lembrou as dificuldades enfrentadas até o estabelecimento do cafeeiro na região. &#8220;Quando viemos para o Oeste da Bahia, tivemos que rever vários paradigmas. E pedimos ajuda à Embrapa. Viemos para produzir café especial irrigado e vimos que no Cerrado onde o período seco é intenso, o manejo das irrigações tem que ser feito criteriosamente para obter sucesso&#8221;.</p>
<p>A parceria da fazenda com a Embrapa começou em 2005 com o projeto &#8220;Desenvolvimento e adaptação de técnicas de manejo de água na cafeicultura irrigada em solos arenosos do oeste baiano&#8221; (Projeto Raioba), que envolvia o uso de tensiômetros, turno de regas (com três a cinco dias de intervalo), redução de energia, menor desgaste das plantas, entre outros. O trabalho teve a participação do pesquisador Jorge Enoch Lima, da Embrapa Cerrados, e levou à redução, em 23%, do consumo de água anual para o café irrigado. Embora essa tecnologia tenha contribuído para racionalizar o uso de água de irrigação, ela por si só, não foi suficiente para solucionar muito dos problemas da cafeicultura irrigada do Oeste da Bahia.</p>
<p>No mesmo ano, foi adotado o estresse hídrico controlado, que promoveu a redução de custos, das perdas na colheita, de pragas, da requeima e da alta incidência de flores tipo estrelinhas. A tecnologia permitiu ainda o controle sobre a floração do cafeeiro, a uniformização da maturação dos frutos, a oportunidade para fazer a manutenção de equipamentos, além de ter garantido repouso às plantas e apontado falhas no programa de fertilização até então utilizado.</p>
<p>O projeto multidisciplinar utilizou cultivares de café desenvolvidas pelo Instituto Agronômico &#8211; IAC, Instituto Agronômico do Paraná &#8211; Iapar e Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais &#8211; Epamig, instituições integrantes do Consórcio Pesquisa Café. &#8220;Em 2005, convidamos pesquisadores, técnicos, extensionistas e produtores para um dia de campo visando observar a qualidade do café cereja colhido e cultivado com adoção do estresse hídrico. Foram cedidas áreas da fazenda para validar a pesquisa e os resultados da aplicação da tecnologia se mostraram promissores&#8221;, conta Antonio Guerra, pesquisador que liderou o desenvolvimento da tecnologia e atualmente é gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Café.</p>
<p>Na estação de manejo de irrigação, foi apresentado sistema de captação e bombeamento de água na propriedade, que faz irrigação por gotejamento em 359 hectares e por pivô central na área restante. Em seguida, foram mostradas cultivares de Coffea arabica. A cultivar Catuaí Vermelho IAC 144 que é a variedade mais plantada no Oeste da Bahia, sendo de porte baixo, vigoroso e com alta produtividade, assim como a &#8220;Topázio&#8221; MG 1192, da Epamig. A &#8220;Icatu Amarelo&#8221; IAC 2944 tem porte alto e a &#8220;Iapar 59&#8243;, de porte baixo, sendo que ambas têm resistência a doenças. A &#8220;Catucaí&#8221; é resultante do cruzamento natural entre &#8220;Catuaí&#8221; e &#8220;Icatu&#8221;, guardando algumas características de ambos.</p>
<p>Aplicação de fósforo &#8211; Outra tecnologia da Embrapa adotada na fazenda foi a fosfatagem, a partir de 2006. Ela permitiu a revisão da quantidade de fósforo aplicada, propiciando mais energia, vigor e sanidade às plantas reduzindo os efeitos da bienalidade de produção.</p>
<p>Atualmente, o manejo da irrigação das propriedades utiliza a ferramenta online &#8220;Monitoramento de Irrigação no Cerrado&#8221;, da Embrapa Cerrados (disponível em <a href="http://hidro.cpac.embrapa.br" target="_blank">http://hidro.cpac.embrapa.br</a>), além de diversos controles de gerenciamento da produção. A adubação com nitrogênio, fósforo e potássio (NPK) também é feita com base nos trabalhos da Embrapa. &#8220;Na parceria com a Embrapa, conseguimos solucionar diversos problemas que antes não resolvíamos&#8221;, disse Guy.</p>
<p>Café com braquiária &#8211; Os visitantes percorreram todo o processo de produção &#8211; do plantio ao processamento dos grãos. Na estação de manejo da fertilidade do solo com NPK e braquiária, o plantio da braquiária nas entrelinhas do cafeeiro foi realizado em novembro do ano passado, e até abril haviam sido feitas três roçadas. Foi constatado que a braquiária não competiu com o cafeeiro, além de contribuir para a ciclagem de nutrientes e a incorporação de carbono (matéria orgânica) para o solo. &#8220;A braquiária consegue extrair fósforo que o café não acha&#8221;, disse Guerra. &#8220;Ela multiplica a micorriza nativa e estimula o sistema enzimático que está no solo, melhorando sua qualidade e fazendo-o funcionar melhor&#8221;, acrescentou o chefe geral da Embrapa Cerrados, José Roberto Peres.</p>
<p>Colheita e pós colheita &#8211; A colheita foi demonstrada na estação seguinte. O processo de colheita seletiva é realizado por máquinas, em três etapas, à exceção das plantas com até dois anos. Na primeira passada, é colhido o café dos ponteiros &#8211; em torno de 40% do total ou cerca de 25 mil sacas. Busca-se colher o máximo de grãos cereja e o mínimo de grãos verdes. Após essa primeira passada que causa um estresse mecânico às plantas com consequente maturação dos frutos mais atrasados, 20 dias depois, é feita a segunda passada, colhendo-se 45% do café. O restante é levantado do chão através da varrição.</p>
<p>Na usina de beneficiamento de grãos, foram observados os processos de separação e preparo dos grãos, como lavagem, descasca, secagem e ensacamento. Também foi demonstrada a classificação dos grãos, a análise da qualidade, cor, peneira e a separação dos grãos defeituosos. Ao final, os participantes puderam degustar um café preparado com dois tipos de grãos produzidos pela Adecoagro.</p>
<p>&#8220;As tecnologias testadas e validadas com sucesso abrem margem para sua expansão em função dos benefícios visíveis, como diminuição de custos de produção e retorno financeiro dos investimentos aplicados. Estamos abertos para validar novas tecnologias, receber mais informações. A parceria com a pesquisa é fundamental para nós, assim como o inverso acredito ser também verdadeiro&#8221;, fala Rafael Ferreira, gerente de produção da Fazenda Lagoa do Oeste.</p>
<p>&#8220;Além de todo o processo ser altamente eficiente, tem um alto nível de gestão. As boas práticas predominam, sendo um grande laboratório para diversas teses. Identificamos a grande oportunidade de quantificar e valorar o uso das tecnologias empregadas. É preciso contabilizar o que se faz em nome da sustentabilidade. O meio ambiente deixou de ser uma palavra de ordem para se tornar uma exigência da sociedade&#8221;, observou Peres ao final da visita.</p>
<p>O ex-chefe interino da Embrapa Café, Paulo Cesar Afonso Jr, disse que os resultados obtidos nesta fazenda e em outras nas quais as tecnologias do Consórcio Pesquisa Café foram aplicadas graças à união de instituições brasileiras de pesquisa, extensão e transferência de tecnologia em torno desse arranjo institucional, inédito e único no mundo em torno de um único produto. &#8220;Precisamos incentivar mais esse exercício de aproximação com o setor produtivo e replicar esse sucesso pelo País a fora&#8221;.</p>
<p>As pesquisas do Consórcio Pesquisa Café contam com o apoio e o financiamento do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira &#8211; Funcafé, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento &#8211; Mapa.</p>
<p><strong>Embrapa Café</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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