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	<title>Conilon Brasil &#187; Revista</title>
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		<title>Cafeicultura vê equalização das dívidas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque secundario]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de dez anos de rentabilidade baixa, os cafeicultores brasileiros ficaram bem mais aliviados nas duas últimas safras. Impulsionados pela oferta restrita e demanda crescente, os preços internos do café praticamente dobraram entre 2010 e 2011 e, apesar da queda recente, prometem se sustentar em níveis elevados por algum tempo. O setor ainda carrega um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de dez anos de rentabilidade baixa, os cafeicultores brasileiros ficaram bem mais aliviados nas duas últimas safras.</p>
<p>Impulsionados pela oferta restrita e demanda crescente, os preços internos do café praticamente dobraram entre 2010 e 2011 e, apesar da queda recente, prometem se sustentar em níveis elevados por algum tempo.</p>
<p>O setor ainda carrega um grande passivo, acumulado durante os longos períodos de vacas magras. O montante da dívida, dizem as lideranças, é praticamente incalculável &#8211; a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e os Ministérios da Fazenda e Agricultura estão tentando levantar os números &#8211; mas aparentemente está sendo equalizado.</p>
<p>&#8220;O endividamento já foi bem maior. Nas últimas safras houve um realinhamento e, hoje, a inadimplência é muito baixa&#8221;, afirma Ademiro Vian, diretor-adjunto da Febraban. Em determinados momentos, lembra, o crédito ao segmento também foi mais restrito.</p>
<p>Vian pondera, porém, que a dívida do setor ainda é muito pulverizada e está mais concentrada fora do sistema financeiro, sobretudo com cooperativas, indústrias de insumos e tradings. É o que explica a dificuldade de se fazer um levantamento mais preciso das dívidas do setor.</p>
<p>&#8220;Quanto maior a renda, maiores as chances de se resolverem esses passivos&#8221;, afirma Breno Mesquita, presidente da Comissão Nacional de Café da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Segundo ele, de agosto de 2010 para cá, quando os preços do produto começaram a melhorar, o fluxo de recursos para o pagamento das dívidas com os bancos melhorou muito.</p>
<p>Segundo o Departamento de Café da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, dos compromissos com o Funcafé em 2011, R$ 269,01 milhões foram pagos antecipadamente, o equivalente a 13,25% de todo o fluxo de reembolsos ao fundo previsto para o ano, de R$ 2,03 bilhões. Em 2010, o pagamento antecipado havia somado R$ 220,86 milhões, ou 9,1% do fluxo estimado de R$ 2,4 bilhões.</p>
<p>Apesar da melhora, a antecipação dos pagamentos perdeu fôlego entre julho e dezembro de 2011. No período, os pagamentos antecipados somaram R$ 83,22 milhões, uma queda de 55% em relação aos R$ 185,79 milhões pagos no primeiro semestre.</p>
<p>O ex-secretário de Produção e Agroenergia, Manoel Bertone, afirma que as antecipações diminuíram pelo fato de a base financiada já ter sido calculada a preços mais elevados. &#8220;O produtor fez financiamento com um nível de preço mais elevado e não está se antecipando aos pagamentos, pois espera o auge da entressafra, quando considera que os preços serão melhores&#8221;, explica.</p>
<p>Os cafeicultores ligados à Cooxupé, a maior cooperativa de produtores de café do país, estão obedecendo ao fluxo de pagamento normal &#8211; parcelas anuais, sem antecipações, segundo informou a assessoria de comunicação da cooperativa. Existem prorrogações feitas anteriormente que vão até 2020.</p>
<p>Para o financiamento da safra 2012/2013, que começa em junho, a expectativa é que sejam disponibilizados R$ 2,8 bilhões pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). Na temporada passada, foram liberados cerca de R$ 1,9 bilhão, de acordo com o Ministério da Agricultura. &#8220;É importante ter recurso de colheita e estocagem para o produtor vender a safra gradativamente. Política para não deprimir preços é boa para o produtor e para o mercado&#8221;, diz Breno Mesquita.</p>
<p>Ainda é cedo para concluir se a renda do cafeicultor na nova temporada será maior ou, pelo menos, igual à apurada no ciclo 2011/12 &#8211; de modo geral, suficiente para cobrir os custos de produção. Atualmente, a saca do produto de boa qualidade é negociada entre R$ 470 e R$ 490 no mercado físico, observa Eduardo Carvalhaes, analista de mercado do Escritório Carvalhaes.</p>
<p>A expectativa é de que os preços continuem sustentados no mercado internacional. De dezembro de 2011 até o início de fevereiro, o valor do produto caiu de 5% a 6%, segundo o Escritório Carvalhaes. Nesta semana, o indicador de preços Cepea/Esalq para o café atingiu o menor patamar desde janeiro de 2011.</p>
<p>Apesar da previsão de uma safra maior, Eduardo Carvalhaes afirma que não se nota uma corrida para plantar mais café. &#8220;O produtor pensa muito antes de cultivar o grão, pois pode plantar no pico do mercado e colher com os preços em baixa&#8221;.</p>
<p>Os custos de produção variam bastante, conforme apontam os dados apurados pela Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Universidade Federal de Lavras (UFLA). Em Santa Rita do Sapucaí (MG), por exemplo, o custo total por saca foi de R$ 408,47, com margem líquida de R$ 28,53, em 2011, contra um custo de R$ 380 e margem líquida de R$ 145 a saca, em 2010.</p>
<p>Segundo a assessora técnica da superintendência técnica da CNA, Carolina Bazilli, o levantamento de 2012 será feito entre março e junho e consolidado apenas em setembro. Segundo ela, ainda não existe uma prévia das estimativas de custo, mas eles não devem mudar muito em relação a 2011.</p>
<p>O primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em janeiro, aponta que a safra de café 2012/2013 deve ficar entre 48,97 milhões e 52,27 milhões de sacas. O bom desempenho é explicado pela bienalidade da cultura (ano de produção ruim seguido de colheita cheia) e pelos investimentos na lavoura.</p>
<p><strong>Valor Online/ Carine Ferreira</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Consórcio Pesquisa Café: representantes reúnem-se para debater reestruturação</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Representantes das instituições fundadoras do Consórcio Pesquisa Café estiveram reunidos nessa terça e quarta-feira (14 e 15), no Centro de Café &#8216;Alcides Carvalho&#8217; do Instituto Agronômico (IAC), em Campinas, para dar sequência às atividades das comissões de reestruturação do Consórcio. Por demanda do Conselho Diretor do Consórcio, foram criadas em 2011, durante o VII Simpósio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes das instituições fundadoras do Consórcio Pesquisa Café estiveram reunidos nessa terça e quarta-feira (14 e 15), no Centro de Café &#8216;Alcides Carvalho&#8217; do Instituto Agronômico (IAC), em Campinas, para dar sequência às atividades das comissões de reestruturação do Consórcio.</p>
<p>Por demanda do Conselho Diretor do Consórcio, foram criadas em 2011, durante o VII Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, duas comissões, de caráter estratégico e operacional, sob a coordenação dos professores Rubens José Guimarães, da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e Laércio Zambolim, da Universidade Federal de Viçosa (UFV).</p>
<p>Além dos coordenadores institucionais e pesquisadores envolvidos, a reunião contou com a presença do gerente geral interino da Embrapa Café, Paulo César Afonso Júnior, que também participa da iniciativa de reestruturação. Criado em 1997 para execução do Programa Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento do Café (PNP&amp;D/Café), o Consórcio Pesquisa Café é administrado pela Embrapa Café.</p>
<p>O Consórcio representa um arranjo inovador que reúne as principais instituições que trabalham com pesquisa e desenvolvimento do café no país, com o desafio de acompanhar as demandas de inovação que o mercado exige. Porém, no contexto em que tecnologia, conhecimento e integração estão cada vez mais presentes nas organizações, pesquisadores que participam do Consórcio estão propondo uma reflexão sobre os desafios do modelo e sobre as transformações necessárias à sua sustentabilidade.</p>
<p>As proposições incluem alterações no Termo de Constituição e Termo de Referência do Consórcio, em trabalho conjunto das duas comissões. Em março, haverá mais uma reunião para o fechamento das propostas, que serão apresentadas, posteriormente, ao Conselho Diretor do Consórcio, composto pelos dirigentes das 10 instituições fundadoras.</p>
<p>Para o coordenador institucional do Consórcio na Universidade Federal de Lavras (UFLA), professor Rubens José Guimarães, o processo está sendo construído de forma colaborativa entre as consorciadas sendo consenso a necessidade de mudanças. &#8220;Temos que avançar no sentido de buscar soluções para os grandes problemas da cafeicultura e este trabalho só terá êxito se for em uma rede de pesquisa integrada&#8221;, considerou.</p>
<p><strong> Polo de Excelência do Café</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Panamá: Promecafé lança proposta para melhorar genética do café</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:23:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma proposta para melhoramento e fortalecimento genético do café foi apresentada no Panamá, no marco da reunião dos países da América Central e do Caribe, membros do Programa Cooperativo Regional para o Desenvolvimento Tecnológico e Modernização da Cafeicultura (Promecafé). O ministro panamenho de Desenvolvimento Agropecuário (MIDA), Óscar Osorio, explicou que espera que os países membros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="f15">Uma proposta para melhoramento e fortalecimento genético do café foi apresentada no Panamá, no marco da reunião dos países da América Central e do Caribe, membros do Programa Cooperativo Regional para o Desenvolvimento Tecnológico e Modernização da Cafeicultura (Promecafé).</p>
<p>O ministro panamenho de Desenvolvimento Agropecuário (MIDA), Óscar Osorio, explicou que espera que os países membros do programa validem algumas variedades de cafés onde tem sido utilizadas novas tecnologias, buscando com isso otimizar o setor e melhorar sua produção.</p>
<p>Osorio disse que na reunião, que contou com o apoio do Governo da França e do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), também foi apresentado o programa de trabalho para 2012.</p>
<p>A proposta para melhorar a produção foi feita por Benoit Bertrand, do centro francês para Cooperação Internacional Agrícola para o Desenvolvimento (CIRAD), que indicou que busca desenvolver em curto prazo uma rede de ensaios sobre novas variedades de café.</p>
<p>Ele disse que o setor cafeeiro deve estar organizado para realizar novas pesquisas e tomar ações em curto prazo, porque, do contrário, na região se seguirá cultivando material genético de pouca qualidade.</p>
<p>Bertrand, que faz um acompanhamento do trabalho realizado pela Promecafé através do IICA, recomendou multiplicar a variedade porta-enxerto (planta que recebe um enxerto), assim como aumentar a capacidade de produção de híbridos e criar a capacidade de controle de pureza genética.</p>
<p>A Promecafé é uma rede internacional de colaboração e pesquisa dos países produtores de café da América Central e Caribe, entre eles, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Jamaica, México, Panamá e República Dominicana.</p>
<p><strong>A reportagem é do InfoRegión, traduzida pela CaféPoint</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>RJ: BSCA e Apex-Brasil trazem compradores internacionais de café para o Carnaval</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, sigla em inglês) e a SMC Comercial e Exportadora trarão compradores internacionais de café para participar da maior manifestação cultural do País. A iniciativa acontece dentro do Projeto Carnaval, realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) em parceria com entidades empresariais de mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="f15">A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, sigla em inglês) e a SMC Comercial e Exportadora trarão compradores internacionais de café para participar da maior manifestação cultural do País. A iniciativa acontece dentro do Projeto Carnaval, realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) em parceria com entidades empresariais de mais de 30 setores da economia brasileira.</p>
<p>Os convidados do setor de cafés especiais são as empresas japonesas <em>Ogawa Coffee</em> e <em>Wataru &amp;Co</em>, e a britânica <em>Mercanta &#8211; The Coffee Hunters</em>. A agenda de negócios incluirá atividades nos dias que antecedem e sucedem o Carnaval. &#8220;O objetivo é estreitar o relacionamento com essas empresas, grandes compradoras mundiais de café especial, divulgar a cultura brasileira e, consequentemente, realizar negócios&#8221;, explica Maria Dircéia Mendes, gerente comercial da SMC.</p>
<p>O Projeto Carnaval da Apex-Brasil é dividido em duas etapas. Para a primeira, que ocorre durante o desfile das escolas de samba na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro (RJ), confirmaram presença os diretores das nipônicas <em>Ogawa Coffee</em> e <em>Wataru &amp;Co</em>. A segunda parte será ao longo do desfile das escolas campeãs, também na Marquês de Sapucaí, e a <em>Mercanta</em> confirmou a participação de seus dirigentes. &#8220;Como complemento das ações, todos os participantes participarão de um almoço para a discussão de projetos futuros e visitarão à SMC&#8221;, completa Dircéia.</p>
<p>Segundo Vanusia Nogueira, diretora-executiva da BSCA, estreitar o relacionamento com essas companhias internacionais é fundamental para o setor. &#8220;Essas empresas geram em torno de US$ 1 milhão em negócios ao ano para os produtores brasileiros de cafés especiais. Temos a expectativa de reafirmar esse valor na próxima safra e o desejo de ampliá-lo, através de novos projetos de parceria, no futuro&#8221;, relata.</p>
<p><strong>Sobre o Projeto Carnaval</strong></p>
<p>A iniciativa, criada em 2009, é uma forma de capitalizar a visibilidade da maior festa popular do mundo para gerar negócios para as empresas exportadoras brasileiras e atrair investimentos diretos para o país. Nas últimas três edições, o Projeto teve a participação de mais de 500 compradores internacionais, investidores e formadores de opinião de 30 países.</p>
<p>Neste ano, o Projeto Carnaval terá a participação de empresas e entidades de 33 segmentos dos setores de agronegócios, alimentos e bebidas; máquinas e equipamentos; economia criativa; tecnologia; saúde; casa e construção. &#8220;São empresas brasileiras de excelência e com produção diversificada e competitiva que, com o nosso apoio, aproveitam a força do Carnaval brasileiro para atrair um público extremamente qualificado para fazer negócios&#8221;, explica o presidente da Apex-Brasil, Mauricio Borges. &#8220;Conhecer melhor o potencial do setor produtivo, do parque industrial brasileiro e do país é determinante para o empresário estrangeiro decidir sobre comprar ou investir no Brasil&#8221;, conclui.</p>
<p><em>Com informações da Assessoria de Imprensa da Apex-Brasil</em></p>
<p><strong> BSCA &#8211; Assessoria de Comunicação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cafeicultores da BA terão estação experimental de café conilon</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de dois mil cafeicultores da região Sul e Extremo Sul do Estado deverão ser atendidos com a instalação de uma estação experimental de café conilon e de jardim clonal, que irá fornecer material genético, inicialmente, aos produtores do município de Itabela. A unidade será instalada numa área de 4.2 hectares, cedida pela Veracruz Celulose [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais de dois mil cafeicultores da região Sul e Extremo Sul do Estado deverão ser atendidos com a instalação de uma estação experimental de café conilon e de jardim clonal, que irá fornecer material genético, inicialmente, aos produtores do município de Itabela</em>.</p>
<p>A unidade será instalada numa área de 4.2 hectares, cedida pela Veracruz Celulose ao Sindicato dos Produtores Rurais.</p>
<p>Para definir todos os parâmetros para assinatura de convênio, foi realizada nesta segunda-feira (13) reunião preparatória com o secretário da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, para acelerar os termos de cooperação, que irão envolver a Embrapa Café, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Uesb, Faeb/Sindicato Rural de Itabela e Seagri/EBDA e Senar.</p>
<p>A intenção é transferir tecnologia para capacitar, orientar e disseminar o material genético de qualidade empregado no Espírito Santo, que possui condições climáticas semelhantes da região. Com vasta experiência em café conilon, o Incaper vai disponibilizar um mix de 13 variedades de café, com ganho tecnológico.</p>
<p>Para o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Itabela, Leomir Sossai, o encontro foi importante para avançar ainda mais na implantação de um centro de pesquisa que vai atender toda região. “Definimos um projeto sustentável para os próximos três anos. A princípio, vamos trabalhar com 100 famílias”.</p>
<p>“O objetivo é o mais rápido possível assinar esse convênio com as partes envolvidas. A partir de uma reunião agendada para o dia 29 de fevereiro e 1º de março, serão definidas as atribuições de cada parceiro. Além de distribuir material genético, vamos realizar experimentos visando o estabelecimento de pacotes tecnológicos para os produtores da região”, explicou o secretário.</p>
<p><strong>SEAGRI BA &#8211; Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nova tributação não aumentará o preço do café</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os preços do café torrado e moído para os consumidores não sofrerão aumento em decorrência da Medida Provisória 545, aprovada terça-feira (14) pela Câmara dos Deputados. A prova de que a aprovação da MP 545 não influenciará os preços do café no varejo está no fato desta medida estar em vigor desde 1º de janeiro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços do café torrado e moído para os consumidores não sofrerão aumento em decorrência da Medida Provisória 545, aprovada terça-feira (14) pela Câmara dos Deputados.</p>
<p>A prova de que a aprovação da MP 545 não influenciará os preços do café no varejo está no fato desta medida estar em vigor desde 1º de janeiro. Nenhuma indústria está corrigindo seus preços em função da nova tributação, mas sim em decorrência da alta da matéria-prima que vem ocorrendo há mais de um ano.</p>
<p>Nos grandes centros, por exemplo, os preços estão, inclusive, registrando declínio, por meio de promoções e ofertas que vem sendo realizadas pelo varejo.</p>
<p>A nova tributação, que altera o regime tributário do PIS/PASEP e da COFINS na cadeia produtiva do café, regulariza as operações no mercado interno, corrige as distorções que o modelo anterior permitia, elimina as ilegalidades constadas na venda do café em grão cru e suprime os créditos tributários excessivos e desnecessários, que criaram privilégios e geraram desigualdades competitivas extremamente danosas à permanência no negócio da maioria das indústrias de café.</p>
<p>A MP 545 foi assinada pela Presidente Dilma em 30 de setembro de 2011 e beneficia todos os segmentos envolvidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img class="alignleft" src="http://wm.agripoint.com.br/imagens/banco/33643.jpg" alt="" width="354" height="80" /></center>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p><img class="alignleft" src="http://wm.agripoint.com.br/imagens/banco/33644.jpg" alt="" width="339" height="151" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vietnã pode vender mais com preço maior</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[As vendas de café do Vietnã, principal produtor de grão robusta do mundo e o segundo maior exportador, podem aumentar nas próximas semanas com os preços mais altos devido aos ganhos recentes na Bolsa de Londres (Euronext Liffe) e à produção menor que a esperada neste ano-safra, disseram executivos. Em Londres, o contrato março atingiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As vendas de café do Vietnã, principal produtor de grão robusta do mundo e o segundo maior exportador, podem aumentar nas próximas semanas com os preços mais altos devido aos ganhos recentes na Bolsa de Londres (Euronext Liffe) e à produção menor que a esperada neste ano-safra, disseram executivos.</p>
<p>Em Londres, o contrato março atingiu US$ 2.128 por tonelada ontem, o maior nível diário desde 21 de setembro de 2011, com a cobertura de posições vendidas e os embarques menores do Vietnã impulsionando o mercado.</p>
<p>O Vietnã exportou 112.182 toneladas de café em janeiro, queda de 28% ante dezembro e de 23% na comparação com o ano anterior, mostraram dados alfandegários na semana passada. Ainda que a colheita na temporada iniciada em 1º de outubro de 2011 tenha sido concluída, apenas 40% a 45% da mesma foi vendida, uma vez que os agricultores aguardavam preços mais altos, disse um trader de Cingapura.<br />
<strong>Dow Jones/Agência Estado</strong></p>
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		<title>Café Utam está entre as 10 mais do café no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café) divulgou dados sobre o mercado brasileiro do café. Segundo a entidade, o consumo brasileiro de café cresceu 3,11% em 2011. No total, foram 19,72 milhões de sacas de 60 quilos do grão, ante 19,13 milhões de sacas em 2010. O relatório mostra também que as vendas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café) divulgou dados sobre o mercado brasileiro do café. Segundo a entidade, o consumo brasileiro de café cresceu 3,11% em 2011. No total, foram 19,72 milhões de sacas de 60 quilos do grão, ante 19,13 milhões de sacas em 2010. O relatório mostra também que as vendas do setor alcançaram R$7 bilhões no mesmo período.</p>
<p>Os dados afirmam que os brasileiros estão consumindo mais xícaras de café por dia e diversificando as formas da bebida, adicionando ao café filtrado consumido nos lares, também os cafés espressos, cappuccinos e outras combinações com leite. Segundo a ABIC, esse consumo de 4,88 kg/ano/habitante supera o de 1965, que foi de 4,72 kg. Isso mostra o maior consumo já registrado no Brasil, um verdadeiro recorde. &#8220;O consumo pelo café em terras brasileiras continua sendo também maior que os da Itália, da França e dos EUA. Os campeões de consumo, entretanto, ainda são os países nórdicos &#8211; Finlândia, Noruega, Dinamarca &#8211; com um volume próximo dos 13 kg/por habitante/ano&#8221;, cita a presidenteda Café Utam, Ana Carolina Soares de Carvalho, de acordo com a ABIC. Para 2012, a ABIC projeta um crescimento de 3,5% em volume, o que elevaria o consumo para 20,41 milhões de sacas.</p>
<p><strong>Café Utam</strong></p>
<p>Outro dado divulgado pela ABIC foi a nova relação das 100 maiores indústrias de café associadas à entidade. A Café Utam subiu para o 9º lugar neste ranking incluindo vendas de suas unidades em São Paulo e Minas Gerais.</p>
<p>Segundo Ana Carolina Soares de Carvalho, os dados mostram a evolução da Café Utam que apresentou em 2011 um crescimento de 21% em seu faturamento. &#8220;Para 2012, projetamos um aumento do volume de vendas de café em 12%. Também estamos projetando um crescimento de 17% no faturamento dos demais produtos da empresa, englobando cappuccinos, solúvel e toda linha de produtos destinados a <em>food service</em>. Essa linha de produtos, recém re-estruturada, teve um crescimento excelente em 2011, chegando a 24%&#8221;, mostra a executiva.</p>
<p>De acordo com o Américo Sato, presidente da ABIC, as empresas associadas que participam deste levantamento, informando os volumes produzidos mensalmente, mostraram uma evolução mais significativa do que o restante do mercado: de 6,32% em relação a 2010.</p>
<p>Ainda segundo Ana Carolina, o bom desempenho da Café Utam em 2011 é resultado de um trabalho focado nas principais áreas da empresa, desde a gestão administrativa, de vendas e inovação de produtos. &#8220;Estamos preparando algumas novidades para este ano que deve agradar o nosso público. Novidades que colocarão a nossa marca mais perto de nossos apreciadores de café&#8221;, mostra.</p>
<p><strong>Sobre a Café Utam</strong></p>
<p>Com mais de 40 anos de tradição, a Café Utam adquiriu força com abrangência em toda região Sudeste, principalmente nos Estados de São Paulo e Minas Gerais. O resultado desta performance é hoje uma atuação em mais de 300 cidades e uma carteira com cerca de 8500 clientes ativos.</p>
<p>A visão estratégica da companhia é ser uma empresa de referência no mercado e manter sua padronização e qualidade em cada produto ou serviço oferecido, de forma a promover uma relação valorosa para todos os envolvidos na cadeia do café.</p>
<p>Atualmente, a companhia trabalha com nove marcas de cafés torrados e moídos, duas marcas de cafés em grãos torrados, uma marca de café solúvel, duas marcas de cappuccinos, saches personalizados e demais produtos destinados a <em>food service.</em></p>
<p>A linha de produtos tem como pilar a modernização que a empresa empenhou ao longo de sua existência, mirada para a atualização da tecnologia de suas duas plantas industriais, sendo matriz em Ribeirão Preto e filial em Piumhi (MG).</p>
<p>A Café Utam S/A está entre as maiores torrefações de café no ranking nacional do setor, conforme divulgação da Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC).</p>
<p><strong>Verbo Nostro Comunicação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Robusta: o patinho feio da família do café ou um cisne esperando para crescer?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 17:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conilon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque secundario]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[As duas espécies de café mais comumente conhecidas à nível comercial, são  a Canephora &#8211; cujo uma das variedades  é o Robusta¬ e a Arábica, mas há cerca de 60 espécies de café, algumas das quais têm potencial econômico. Por razões históricas e preferências de mercado, o café arábica ganhou a reputação de ser o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As duas espécies de café mais comumente conhecidas à nível comercial, são  a Canephora &#8211; cujo uma das variedades  é o Robusta¬ e a Arábica, mas há cerca de 60 espécies de café, algumas das quais têm potencial econômico. Por razões históricas e preferências de mercado, o café arábica ganhou a reputação de ser o irmão “bom”, enquanto que o Robusta era como o patinho feio da família. O café robusta foi “descoberto” há relativamente pouco tempo, no final do século XIX, e conhecemos pouco dessa família do café. Embora a exploração comercial do café Robusta na África tenha começado no início do século XX, os esforços de pesquisa e de melhorias se concentraram no café arábica, negligenciando o patinho feio com o seu potencial  para se tornar um cisne.</p>
<p>Durante várias décadas, os preços do café Robusta continuaram perto do café arábica, e a diferença era pequena. Atualmente, há grande disparidade de preços entre Robusta e Arábica.  Segundo os indicadores da Organização Internacional do Café em 2010, há uma diferença de preços de US$ 1,41 por quilo entre estes cafés &#8211; mais que o dobro! O motivo? A resposta tem a ver com pelo menos três décadas de pesquisa e desenvolvimento e melhorias substanciais nos múltiplos processos de transformação. Também devem ser considerados o efeito de programas de marketing para os arábicas de alta qualidade,e  o maior conhecimento do consumidor final, exigindo melhor qualidade nas cadeias de cafés comerciais como McCafe, Dunkin Donuts &#8230; Na verdade, a fórmula do sucesso dos arábicas não é um segredo; são os padrões de qualidade na cadeia de produção, a educação do consumidor e a ética nas<br />
relações de marketing. A mesma fórmula pode ser aplicada ao Robusta, mas simplesmente o trabalho não é feito.</p>
<p>O primeiro passo é descobrir o material genético e regiões com  vocação para a qualidade. O segundo passo é garantir a qualidade, treinando pessoas (degustadores) capazes de distinguir esses Robustas de melhor qualidade e diferencia-los exatamente como os Arábicas: por xícara, e grau. Também foi descoberto que os Robustas Finos podem distinguir-se -igual ao Arábica- por seu país de origem; vários Robustas têm arrancado pontos acima de 80 no momento da degustação. Entre as origens, destacam-se os já reconhecidos Robustas do leste da África: Uganda, Tanzânia, República Democrática do Congo, onde o café canephora  permanece silvestre em florestas tropicais de altitude, mais de mil metros acima do nível do mar. As variedades Robusta, Kuillou e Buganda nesta região apresentam uma variação genética marcante e xícaras únicas. Na África Ocidental e Central também se encontram ótimos Robustas, assim como em Madagascar, onde o café Canephora  também  é nativo.</p>
<p><a href="http://www.conilonbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/02/CC315-boga-5.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1887" title="CC3,15-boga-5" src="http://www.conilonbrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/02/CC315-boga-5-300x172.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a><br />
Entre os países que introduziram o café Canephora de forma extensiva há um grande potencial para a qualidade e esses países já começam a desenvolver alguns esforços de diferenciação. Falamos de Indonésia, Índia, Brasil, Equador e México. E quanto a América Central? Alguns países decidiram negar a produção de Robusta, em vez de investigar as suas reais possibilidades.</p>
<p>O CQI- Coffee Quality Institute (Instituto para a qualidade do café), começou nos últimos anos uma série de pesquisas e workshops para formar degustadores de Robustas Finos no Brasil, México, na África e Indonésia.</p>
<p>Todos conhecemos o ditado “não compare pêras com maçãs”. Da mesma forma, muitas vezes se comenta que uma xícara de Robusta é desagradável  por compararem os piores Robustas (com defeitos sem preparação adequada) com o melhor Arábica. A Desigualdade na comparação é óbvia!</p>
<p>Afinal, 40% da produção mundial é de café Robusta, proporção que continuará crescendo, pois o seu cultivo apresenta várias vantagens, tanto de manejo como econômicas. O Robusta, em geral apresenta menores custos de produção e tem um rendimento muito maior que o Arábica, tolera temperaturas mais quentes e algumas variedades são resistentes à seca, ferrugem e nematóides, não há problema algum em cultivá-lo em altitudes mais baixas (100 a 900 m ). Em termos de processo, tal como o Arábica têm- se favorecido os lavados por sua acidez pronunciada e limpeza na xícara, os Robustas parecem apresentar características mais interessantes ao serem processados de maneira natural, pois a doçura permanece, amenizando o  amargor que muitos temem.</p>
<p>Como mencionei anteriormente, o Robusta tem sofrido particularmente de uma má reputação ou equívocos que colocam os produtores de café em uma grande desvantagem. Não se esqueça que a qualidade não depende apenas do “tipo”, mas também da variedade, do solo onde crescem, do processo, do cuidado, preparação, etc.</p>
<p>Chegou o momento de considerar isto e preparar o Robusta com o mesmo cuidado que os arábicas especiais -processo cuidadoso, removendo falhas-, é quando começamos a descobrir a realidade. Muitos torrefadores  têm comentado que ao desgustarem bons Robustas,se dão conta do que o mundo estava perdendo. O perfil de sabor dos cafés Robusta é distinto. É caracterizado por baixa acidez e doçura, e um gosto mais amargo do que o Arábica. No entanto, por esta razão, podemos encontrar xícaras com nuanças muito agradáveis: especiarias, achocolatadas,  amanteigadas, complexas.</p>
<p>Históricamente, o Robusta é usado em misturas de café espresso, para dar um corpo maior, uma melhor crema e certa característica especial muito apreciada em espressos italianos. No entanto, o Robusta trará surpresas no futuro próximo, quando programas de pesquisa tecnológica,  desenvolvimento,  treinamento de especialistas,  e diferenciação no mercado renderão frutos.</p>
<p>O Café Robusta não substituirá o Arábica, lavados ou naturais, simplesmente porque são produtos diferentes e devem ser vistos como tal.  Há mercado para todos e o melhor para o Robusta é fazê-lo bem e explorar as suas características positivas. Afinal de contas, nem patos e cisnes eram iguais, mas no final da história, qual era melhor &#8230;?</p>
<p><strong>Manuel Diaz &#8211; Instrutor CQI</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Câmara livra produtor de café de pagar PIS e Cofins, Ônus fica com indústria; medida vai ao Senado</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 12:37:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Câmara aprovou ontem medida provisória que altera a cobrança de impostos no setor de produção e exportação de café para incentivar a concorrência entre os produtores e a venda ao exterior de produtos mais elaborados. O texto segue para o Senado. De acordo com a proposta, apenas a indústria pagará PIS/Cofins. Produtores, atacadistas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong>A Câmara aprovou ontem medida provisória que altera a cobrança de impostos no setor de produção e exportação de café para incentivar a concorrência entre os produtores e a venda ao exterior de produtos mais elaborados. O texto segue para o Senado.</p>
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<div align="justify">
<p>De acordo com a proposta, apenas a indústria pagará PIS/Cofins. Produtores, atacadistas e revendedores que comercializarem o grão cru não terão que arcar com a alíquota de 9,25%.</p>
<p>Até agora, só os produtores pessoa física eram isentos de pagar o tributo. Os vários entes ao longo da cadeia recebiam créditos variáveis para compensar o imposto já pago pelo seu fornecedor.</p>
<p><strong>Folha de São Paulo</strong></p>
</div>
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